Internet das Coisas

Internet of Things

Internet das Coisas

Comentada e teorizada há décadas, a integração de conectividade a objetos de nosso dia a dia avançou de forma importante no ano passado. Entretanto, 2017 deve marcar o começo da massificação no acesso à internet das coisas. Não apenas em escala global deve se tornar cada vez mais comum ver geladeiras ou máquinas de lavar conectadas à internet, como o avanço na programabilidade de tais objetos inteligentes deve conduzir cenários antes factíveis somente em filmes de ficção científica.

Quem deve conduzir a popularização disso são as plataformas abertas para criação e manutenção de contratos inteligentes via blockchain, como Ethereum e Rootstock. Uma máquina vendedora de refrigerantes pode representar a forma rudimentar de “contrato inteligente”, dado que eu tenho certeza que ao depositar uma nota nela recebei a lata do refrigerante escolhido em troca. Uma transação simples, porém que a partir da automação tem custos operacionais drasticamente reduzidos, bem como a eliminação de riscos humanos (como o cálculo do troco!). A mesma lógica deve fazer com que em 2017 comecem a surgir mercados inteiros de objetos inteligentes conversando entre si.

Programáveis a partir de código na forma de contratos inteligentes (mantido de forma descentralizada e acessível a partir de uma blockchain aberta), uma geladeira ou máquina podem receber fundos na forma de moedas digitais que passam a ser delas. No sentido de que o próprio objeto poderá tomar decisões autônomas, condicionado pelas variáveis que lhe foram atribuídas por seu dono original, como por exemplo encomendar uma marca específica de sabão em pó ou cerveja, uma vez que o estoque interno dessas mercadorias tenha acabado.

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